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Que espécie de liberdade é essa que tanto procuras que só te acorrenta a uma solidão?

Segunda-feira, 13.02.17

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Por vezes, os relacionamentos demasiado fechados, aqueles que nos acorrentam e nos levam por um caminho de isolamento, fazem com que não nos voltemos a relacionar outra vez. 

 

Muita gente justifica essa decisão com a liberdade, dizendo que não se quer amarrar mais para ser livre, para estar com os amigos, viajar, sair à noite, etc…

 

No entanto, chegará uma altura em que nos vamos sentir sós, numa solidão da qual os amigos não nos conseguem tirar. Vai faltar aquela noite de amor com alguém que nos ama, aquele abraço, um carinho especial que só um amor nos pode dar.

 

Afinal, que espécie de liberdade é essa que tanto procuras e que só te traz solidão?

 

É mesmo necessários estar sozinho para ser livre? Definitivamente, não! É por isso que existem as relações abertas, onde o casal vive a sua união sem nunca se afastar dos amigos, das saídas e das viagens, com ou sem o namorado/a.

 

Um casal de namorados pode fazer as mesmas coisas que faziam se estivessem sós, desde que se entendam e abandonem o estado de possessividade.

 

Isto traz mais vantagens do que a ideia louca de querer estar só e na solidão, que acabará por chegar, quer queiramos, quer não. Há pessoas que tem necessidade de um aconchego, de uma noite louca de amor.

 

Como fazem se estiverem sós. Vão para a cama com o/a primeiro/a que aparece? Haverá algo melhor do que chegar de uma noite de dança e copos com o teu par e amigos e acabar a noite enrolados na cama com quem realmente gosta de nós?

 

Abandonem essa ideia idiota de uma liberdade solitária, ainda que alguns tenham bons motivos para o desejar – entregaram-se a quem não sabia dar amor. Tu podes e deves ser livre, sempre. Mas essa liberdade não pode significa solidão.

 

O casal deve falar, expor as necessidades um do outro e dar o espaço suficiente para que sejam um par livre, mas um par, e um par apaixonados.

 

 

 
 

 

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